Além do produto: Incorporadora aposta em experiência imersiva e investe em reality para corretores em Goiânia
Com setor cada vez mais pujante, empresas têm investido em experiências como estratégia de diferenciação; Palme Incorporadora se destaca ao investir esse valor para realizar o primeiro reality para corretores de imóveis no Brasil
| Crédito - Divulgação |
O mercado imobiliário de Goiânia vive um ciclo consistente de expansão e, ao mesmo tempo, de sofisticação. Dados da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO) apontam que pelo segundo ano consecutivo, o mercado ultrapassou a marca de R$ 8 bilhões em imóveis comercializados, registrando cerca de R$ 8,1 bilhões em 2025, frente a R$ 8,25 bilhões em 2024, uma variação de apenas 2%, que demonstra estabilidade e consistência. Os dados sobre a intenção de compra de imóveis pelos brasileiros, divulgados pela Brain, demonstram que, apesar dos juros altos, nunca o brasileiro buscou tanto a compra de um imóvel como agora. Segundo a pesquisa, 50% dos brasileiros querem comprar imóveis e 35% desses querem comprar imóveis em até um ano.
Nesse cenário, a diferenciação deixou de estar concentrada apenas no produto.
Com empreendimentos cada vez mais semelhantes em atributos técnicos, a disputa passa a ser definida pela qualidade da jornada oferecida ao cliente — desde o primeiro atendimento realizado pelo corretor de imóveis até a entrega final pela construtora. Ao reconhecer esse profissional como seu “primeiro cliente” e entender a força do elo entre corretor e incorporadora, a Palme Incorporadora desenvolveu o primeiro reality show do Brasil voltado para corretores de imóveis. Uma iniciativa que vai além do entretenimento, conectando experiência, relacionamento e protagonismo dentro do mercado imobiliário.
Intitulado Casa Palme, o projeto propõe de forma inovadora uma imersão completa dentro do decorado de um novo empreendimento da empresa. Ao todo, a iniciativa conta com investimento de mais de R$ 300 mil, posicionando a experiência como ferramenta estratégica de conversão. “O Casa Palme nasce de uma provocação clara: não é mais possível vender imóvel apenas com argumento técnico. O cliente compra o que ele sente, o que ele projeta para a vida dele. E isso só se transmite quando o corretor também vive essa experiência”, afirma o Diretor de Marketing e Comercial da Palme Incorporadora, Claudio Roberto Pereira.
Serão oito corretores em confinamento por quatro dias dentro do decorado do próximo lançamento da Palme, um condomínio horizontal de sobrados alto padrão, localizado a 8 minutos do Shopping Flamboyant, em Goiânia. Ao imergir no produto, os participantes são desafiados a desenvolver uma abordagem mais sensorial e estratégica. O projeto é inédito no Brasil vai premiar o corretor vencedor com R$ 10 mil reais. O campeão será revelado ao vivo no meeting de lançamento do empreendimento, no dia 19 de maio. Todo o conteúdo poderá ser acompanhado pelo site oficial do projeto (www.palmeincorporadora.com.br/casapalme) e pelos perfis de Instagram da incorporadora (@palmeexperience e @palmeincorporadora).
“Com o Casa Palme, a gente transforma conceito em prática. O corretor deixa de ouvir sobre experiência e passa a vivê-la dentro do próprio produto. Isso muda completamente a forma como ele se posiciona, argumenta e se conecta com o cliente final”, Danilo Palmerston CEO da Palme Incorporadora.
CX deixou de ser diferencial e virou exigência
A sigla CX — customer experience, ou experiência do cliente — ganhou espaço no vocabulário do setor nos últimos anos. Mas a distância entre o discurso e a prática ainda é grande. Pesquisa da consultoria McKinsey aponta que 71% dos consumidores esperam experiências de compra personalizadas, enquanto 72% querem ser vistos como indivíduos, não como transações. No mercado imobiliário, onde a compra envolve anos de espera, altos valores e forte carga emocional, ignorar esse dado tem custo real.
No segmento de alto padrão, a experiência do cliente tem se consolidado como um dos principais diferenciais competitivos. O movimento já se traduz em iniciativas como viagens internacionais, eventos exclusivos em formato petit comité e ações de relacionamento com curadoria personalizada. Na Palme Incorporadora, o tema é tratado de forma estruturada e contínua. O CX faz parte da cultura da empresa e está diretamente ligado ao seu propósito de impulsionar experiências de vida. De acordo com a incorporadora, essa diretriz está presente em toda a operação, envolvendo equipes desde a obra até o backoffice. O objetivo é garantir consistência na jornada do cliente em todos os pontos de contato.
Para sustentar esse posicionamento, a Palme investe no desenvolvimento das equipes, com treinamentos internos voltados à experiência do cliente e mentorias periódicas. A estratégia parte do entendimento de que a qualidade da jornada está diretamente relacionada ao preparo das pessoas responsáveis por sua execução. “O cliente não compra apenas um imóvel. Ele compra uma experiência de vida. Quando a nossa equipe entende isso na prática, ela passa a atender de outra forma com mais propriedade, verdade e conexão”, afirma Claudio.
Da compra às chaves: quando o relacionamento vira método
No mercado imobiliário, o intervalo entre a assinatura do contrato e a entrega do imóvel pode durar anos. Para a maioria das incorporadoras, esse tempo é marcado pelo silêncio. Para a Palme Incorporadora, ele virou estratégia. Isso significa que o valor percebido não está apenas no imóvel, mas na forma como a empresa conduz o processo. A experiência passa a atuar em três dimensões críticas: redução de esforço (facilidade de interação), construção de vínculo (conexão emocional) e entrega de resultado (segurança na decisão).
A empresa estruturou uma jornada de relacionamento que acompanha o cliente em cada etapa do processo, do onboarding à festa de entrega das chaves. No meio do caminho: visitas guiadas na obra, personalização da unidade, dia da medida, café na obra, semana de vistoria, assembleia de condôminos e atualizações periódicas sobre o andamento da construção. Em paralelo, pesquisas de NPS e CSAT medem continuamente a satisfação dos clientes e orientam ajustes na jornada.


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