
por Wilca Gurgel
E esse nome é Celina Leão.
As mulheres de Brasília sabem o peso de carregar responsabilidades todos os dias. Sabem o que é cuidar da casa, da família, do trabalho, da comunidade e ainda precisar cobrar do poder público aquilo que deveria funcionar sem humilhação: saúde, escola, transporte, segurança, creche, emprego e dignidade.
Por isso, quando uma mulher chega ao Governo do Distrito Federal com coragem, presença e disposição para fazer diferente, ela não representa apenas uma mudança de nome no Palácio do Buriti. Ela representa uma mudança de postura.
Celina tem mostrado, em pouco tempo, que governar não é ficar trancada em gabinete. Governar é ir às cidades, ouvir as pessoas, olhar nos olhos, entender o problema de perto e cobrar solução. É estar no Paranoá, no Itapoã, em Samambaia, no Riacho Fundo II e em cada canto onde a população precisa ser respeitada.
As mulheres de Brasília querem uma governadora que conheça a realidade da ponta. Que saiba que a vida real não espera reunião política. Que entenda que uma mãe não pode aguardar meses por uma consulta, que uma família não pode conviver com rua abandonada, que uma comunidade não pode ser lembrada apenas em época de eleição.
Celina Leão tem coragem para mudar porque não tem medo de enfrentar problema. Tem coragem para fazer diferente porque sabe que o DF não precisa mais de um governo distante, frio e calculado. Precisa de presença, atitude e sensibilidade.
Durante muito tempo, Brasília se acostumou com uma política feita de cima para baixo. Agora, Celina mostra que é possível fazer o caminho contrário: sair do Buriti, ir até as cidades e construir governo junto com quem vive os problemas todos os dias.
Não se trata apenas de defender uma mulher por ser mulher. Trata-se de reconhecer que Celina tem preparo, força política e sensibilidade para conduzir o Distrito Federal em um novo momento.
As mulheres de Brasília querem ser ouvidas. Querem respeito. Querem espaço. Querem resultado.
E, neste momento, o nome que simboliza essa virada é Celina Leão.
Porque Brasília precisa de uma governadora com coragem para decidir, humildade para ouvir e força para fazer diferente.
E Celina já mostrou que não foge da missão.
*Wilca Gurgel é jornalista, professora e mãe de duas.


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